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Que vcs todos tenham uma sexta iluminada....
:: Postado por
Nanynha
às
09h00
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Bom Dia à Todos....
Ay! Corazon
Alexandre Pires
Vuelvo atrás para encontrar
En un beso un te quiero y mas
busco horas, busco dias
Busco estar en ti
Se me escapa tu mirar
no oigo el eco de tu voz
Para hallarte he tenido que perderme
Y me pierdo y no te encuentro
Cada dia estas mas lejos y esta soledad que mata
Me acompaña todo el tiempo
Ay! Corazon
Como me dueles
Ay! Corazon
Como pareces
En cada nota
Triste y sentida
Que cuando suena
Ay! Como lastima
Ay! Corazon
Por que no vuelves
Ay! Cuanto amor para ofrecerte
Ay! Corazon
Ay! Corazon devuélveme la vida
Como duele aceptar
Que te pierdo, que te vas
Que no encuentro la manera
Que te quedes
Y te pienso y te siento
Cada vez mas y mas lejos
Y esta soledad que mata
Y me acompaña todo el tiempo
Ay! Corazon
Como me dueles
Ay! Corazon
Como pareces
En cada nota
Triste y sentida
Que cuando suena
Ay! Como lastima
Ay! Corazon
Por que no vuelves
Ay! Cuanto amor, para ofrecerte
Ay! Corazon
Ay! Corazon devuélveme la vida
devuélveme la vida
Corazon
Devuélveme la vida
Beijos Carinhosos de Nanynha!!!
:: Postado por
Nanynha
às
10h16
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Amigas de infância...Vera Lúcia, Geruza e Eu...

O DIAMANTE |
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Mas todos concordaram que não poderiam retirar o arranhão sem cortar fora uma boa parte da superfície, assim reduzindo o peso e o valor do diamante. |
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:: Postado por
Nanynha
às
08h23
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A inveja é a pura falta de capacidade....

Aniverssário do meu sobrinho Alland em Janeiro de 2006!!!!
Composição: Damien Rice / Zélia Duncan
Então me diz
Nada é tão triste assim
A vida é boa pra mim
Mais que o normal
Então me diz
Qualquer história
De amor e glória, eu sei
Não dá mais pra voar
Não sei olhar sem você
Eu só tenho olhar pra você
Eu só sei olhar pra você
Eu só sei olhar pra você
Só sei olhar pra você
Eu não sei olhar...
Então me diz
Frases feitas comuns
Já sei, ficamos no ar
Mais que o normal
Então me diz
Faz frio agora
A musa inglória partiu
Negando seu papel
E eu nem sei olhar sem você
Eu não sei olhar sem você
Eu não sei olhar sem você
Eu só sei olhar pra você
Só sei olhar pra você
Eu só sei olhar...
Uh...nunca disse, te amo
Nunca disse, te estranho
Nem importa mais
E eu só sei pensar em você
Eu só sei pensar em você
Eu só sei pensar com você
Eu só sei pensar com você
Só sei pensar em você
Só sei pensar...pensar...
Beijos No Coração!
Nanynha![]()
:: Postado por
Nanynha
às
08h17
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Bom dia à todos meus amigos(as), para vcs que não conhecem! Apresento-lhes: Eu...rsrs, minha irmã Regiane, Rosana, Minha querida Mãe e Meu sobrinho Alland....

Bagunça
Você me pergunta sobre o que fazer para curar-se de uma terrível doença chamada bagunça. A bagunça cria situações terríveis: livros perdidos, objetos desaparecidos, cartas não respondidas, aniversários e casamentos esquecidos, contas não pagas. Quando a bagunça só machuca a gente, o sofrimento é suportável. É só a gente que sofre as consequências. Mas quando tem a ver com compromissos não atendidos, paira sempre a certeza, na cabeça de quem foi vítima, de que foi falta de atenção, grosseria. Eu poderia lhe indicar uma lista de livros com conselhos práticos do tipo " cada coisa em seu lugar, um lugar para cada coisa"; anote tudo numa agenda, etc. Mas eu lhe asseguro: esses conselhos são inúteis. Acho mesmo que bagunça é doença incurável.
Minha mãe fracassou como educadora. Ou eu fracassei como aprendiz. Enquanto eu morava na casa dela, ela lutou. Argumentou. Ficou brava. Inutilmente. Vez por outra eu me enchia de vergonha e de boas intenções e dizia: "Vou por tudo em ordem". As boas intenções duravam por poucos dias. Logo eu me via de novo afogado - isso mesmo, afogado; o bagunçado vive afogado por sua própria bagunça - esforçando-me por me manter à tona da confusão das minhas coisas.
Recebi, faz tempo, um presente de uma mulher que desconheço. Veio embrulhado em papel bonito. Abri. Era um quadrinho bordado a ponto de cruz. Está pendurado à minha frente: "Deus abençoe esta bagunça". Ela nunca havia entrado no meu escritório - mas é claro que ela suspeitava...
Bagunça de idéias não é coisa má. O inconsciente é uma bagunça infernal, idéias e imagens dançando o tempo todo numa orgia de desordem incontrolável. É dessa bagunça que nasce a literatura. Quem lê nem imagina! Vê as idéias organizadas, bonitinhas, uma atrás da outra. Não tem a mínima idéia do caos de onde nasceram. Para meu consolo Nietzsche dizia que o segredo da criatividade é ser rico em contradições. Os textos sagrados dizem que no princípio era o caos; foi do caos que nasceu a beleza. Com Deus, tudo bem, porque ele não se esquece de nada. Mas o problema é com a gente. Esquecemos - e com o esquecimento ferimos sem querer pessoas que amamos.
A psicanálise tem a mania de explicar todo esquecimento como ato de uma vontade inconsciente. A gente esquece porque, no fundo, "quis" esquecer. Quando o paciente se esquece da sessão de análise ou se esquece do que ia dizer, o psicanalista diz logo: "Aha! Se você esqueceu e porque queria esquecer!" Discordo. Nem tudo pode ser explicado psicanaliticamente. Como se sabe Freud era um fumador inveterado de charutos. Sandor Ferenczi, seu discípulo e colega, ficava incomodado com o hábito fedorento do mestre, e se punha a fazer interpretações psicanalíticas orais-fálicas do charuto, ao que Freud respondia: "Sandor, por vezes um charuto é só um charuto..."
Por vezes o esquecimento não esconde nem desatenção e nem grosseria: é apenas um resultado dessa doença que se chama bagunça.
Comigo mesmo acaba de acontecer uma coisa muito ruim. A "Escola de Educação Básica e Educação Profissional "N. S. das Dores"", de Artur Nogueira, preparou um espetáculo de ginástica e dança sobre um livro meu, o "Navegando". Enviaram-me convite para estar presente. Eu tinha de estar presente. Coloquei o convite da escola na pilha sempre crescente de cartas que se encontra à esquerda da minha escrivaninha. Pensei: vou fazer as coisas urgentes que tenho de fazer imediatamente, e logo responderei. Afinal de contas, havia tempo bastante. Ao mesmo tempo, eu estava comprimido no preparo de falas que deveria dar em Portugal. Enquanto isso, a pilha continuava a crescer. E o convite ficou submerso. E eu me esqueci. Não respondi. Não compareci. Não pude sentir alegria. Não pude agradecer. A escola tem todo o direito de pensar que foi desatenção. Um convite como aquele não pode ser esquecido. Mas eu me esqueci. Me esqueci por causa dessa doença incurável chamada bagunça. Estou, então, publicamente, pedindo perdão por um ato que não pode ser perdoado: o esquecimento de um convite de amor.
E vem você, me pedindo conselhos sobre como curar a sua bagunça. Depois que eu curar a minha lhe passarei a receita. Mas, para dizer a verdade, acho que essa doença não tem cura...
Rubem Alves
:: Postado por
Nanynha
às
08h03
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